Quem conhece a brincadeira de pular corda? Funciona assim: duas pessoas seguram as extremidades de uma corda, geralmente um entrançado de fios de tucum ou nylon, e ficam balançando em círculos de forma simultânea até encontrar um giro uniforme a tocar levemente o chão. Os demais participantes se enfileiram para entrar no espaço circundado pela corda e se esforçam em pular sincronizadamente de maneira que não toque na corda e não comprometa a pulsação.
Se a pessoa for precipitada e não perceber o instante exato para entrar no espaço demarcado, irá emaranhar-se na corda e fazê-la parar. Com isso, estará queimado e perderá o jogo. Se, ao contrário, for prudente demais, o candidato corre o risco de não entrar nunca no espaço da corda, ou seja, não participará, de fato, da brincadeira; ficará somente apreciando os outros jogarem.
O bom pulador não cochila - fica atento aos que estão comandando os movimentos da corda e mensura seus efeitos pelo ritmo, pela altura e amplitude do espaço circunscrito a ser penetrado. O zumbir da corda e o ruído de seu impacto no chão são outros importantes sinalizadores do momento de entrada e saída do jogo.
Faz tempo que não brinco de corda. Nem sei se ainda tenho preparo físico para tanto. Em compensação, tenho me envolvido em outros jogos de corda que exigem tanta habilidade quanto. Saber entrar e sair de certas situações que a vida nos apresenta é um exercício diuturno de agilidade e senso de oportunidade. De repente, temos que fazer escolhas, tomar decisões e entrar de cabeça na dança que nos envolve. Se as ações forem acertadas, será motivo de satisfação e alegria. Caso contrário, de frustração.
Assim também são as relações interpessoais - elas normalmente envolvem conflitos, quer sejam amorosas, entre filhos e pais, entre amigos, entre colegas de trabalho.
Quem aprende a pular corda, nunca esquece. Hoje, quando preciso emitir uma opinião melindrosa para alguém, procuro o tempo certo, pois sei que, se me precipitar, a corda estanca e me queimo. Por outro lado, se me acovardar e me eximir de fazê-lo, estarei fora do jogo. E viver sem pular corda não tem graça nenhuma.
Se a pessoa for precipitada e não perceber o instante exato para entrar no espaço demarcado, irá emaranhar-se na corda e fazê-la parar. Com isso, estará queimado e perderá o jogo. Se, ao contrário, for prudente demais, o candidato corre o risco de não entrar nunca no espaço da corda, ou seja, não participará, de fato, da brincadeira; ficará somente apreciando os outros jogarem.
O bom pulador não cochila - fica atento aos que estão comandando os movimentos da corda e mensura seus efeitos pelo ritmo, pela altura e amplitude do espaço circunscrito a ser penetrado. O zumbir da corda e o ruído de seu impacto no chão são outros importantes sinalizadores do momento de entrada e saída do jogo.
Faz tempo que não brinco de corda. Nem sei se ainda tenho preparo físico para tanto. Em compensação, tenho me envolvido em outros jogos de corda que exigem tanta habilidade quanto. Saber entrar e sair de certas situações que a vida nos apresenta é um exercício diuturno de agilidade e senso de oportunidade. De repente, temos que fazer escolhas, tomar decisões e entrar de cabeça na dança que nos envolve. Se as ações forem acertadas, será motivo de satisfação e alegria. Caso contrário, de frustração.
Assim também são as relações interpessoais - elas normalmente envolvem conflitos, quer sejam amorosas, entre filhos e pais, entre amigos, entre colegas de trabalho.
Quem aprende a pular corda, nunca esquece. Hoje, quando preciso emitir uma opinião melindrosa para alguém, procuro o tempo certo, pois sei que, se me precipitar, a corda estanca e me queimo. Por outro lado, se me acovardar e me eximir de fazê-lo, estarei fora do jogo. E viver sem pular corda não tem graça nenhuma.

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